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sábado, 9 de junho de 2012

Entrevista Eng Lorenzo Busato para Ale Combustíveis

Fomos entrevistados pela Revista Nossa Ale, da Distribuidora Ale Combustíveis a quarta maior do Brasil.
Confiram as dicas sobre marketing promocional para postos.

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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Dez Propagandas Perturbadoras











Perturbadoras, mas reais!
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lorenzo busato

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

NEOEXTRATIVISMO - NÃO CHUTE SEUS CLIENTES !!!


Antigamente era o desmatamento, extrativismo puro sem preocupação em repor as reservas, daí veio a legislação, a concorrência (plásticos, MDF, etc) e o desmatamento quebrou...

Depois veio a agricultura extrativista, sem reposição, se planejamento, com "fartura" não nos preocupávamos com aproveitamente e nem se falava em agricultura de precisão, para quê? tudo abundava! toneladas eram deixadas no campo e nas estradas, veio a legislação, a concorrência e a agricultura antiga quebrou...

Quanto desperdício de calor e materiais nas indústrias! agora é moda falar em meio ambiente, é moda falar em sustentabilidade, recuperação de energia, etc, etc, quase estamos quebrando...

Olhando mais localmente, digo assim mesmo, na sua esquina, na lojinha que você entrou para comprar algo, você é atendido(a) por um(a) vendedor(a) e além de ele(a) dizer que não tem o produto, não oferecer outro substituto, não anotar seu telefone e ligar quando chegar, ele comete um absurdo: te indica para um concorrente logo em frente.

É, o nosso varejo está ainda nos primórdios da civilização, a concorrência para esta lojinha da esquina ainda não chegou, ela está praticando o neoextrativismo, as vendedoras sobrevivem com suas comissões ou salários e está bem assim.

O seu maior concorrente é aquele que chega quando você menos espera, oferece vantagens que você não tem e cobra mais barato por isso.

Quando a concorrência chegar (e aqui cito exemplos de grandes redes nacionais olhando para os bairros e interior e das grandes redes multinacionais que estão se preparando para entrar neste mercado virgem que é o Brasil) estes "empresários" vão reclamar da crise, das enchentes, da seca, do governo, dos funcionários (pasmem!) e vão.... quebrar !!! é claro!

Quando abordamos estes neoextrativistas sobre treinamento e consultoria muitas vezes nem somos ouvidos, acho que o som das motoserras e tratores derrubando as florestas de clientes sem opção os ensurdecem, mas tenho esperança ainda que eles "leiam" nas entrelinhas e olhem para além dos seus umbigos antes que a CONCORRÊNCIA (sim com letras maiúsculas) não nos invadam como já aconteceu a anos na Europa e por aí a fora...

Lorenzo Busato é autor do livro Marketing & Criatividade Casos Práticos com diversos casos reais de consultoria e ferramentas práticas para uso imediato em sua empresa e equipe.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

MARKETING ECOLÓGICO !?!?


Esta semana estive em um supermercado no interior de Santa Catarina para comprar um vinho (estava quase zero graus!) e assitir o Timão na TV, quando paguei a conta pedi uma sacolinha e me informaram que não podiam mais fornecer sacolinhas plásticas somente vendiam sacolas ecológicas do próprio mercado.

Como eu não sou da cidade (estava antendendo um cliente lá e iria para o hotel), fiquei imaginando caminhando a noite pela cidade com uma garrafa de vinho debaixo do braço, foi o que fiz, coisa estranha mas paciência...

No caminho fui pensando: e as sacolinhas que todo mundo usa como lixo em casa? Já que os mercados não podem mais fornecer, todo mundo vai ter de comprar os sacos de lixo (PLÁSTICOS) no mesmo mercado, ou a tal da sacola ecológica.

Já que os mercados vão economizar nas sacolinhas, cadê o desconto para os clientes que tem que comprar a sacola ecológica, ou os sacos de lixo?

E os sacos de lixo que teremos que comprar vão para aonde? Se desintegram e desaparecem ou poluem da mesma forma que as sacolinhas?

De qquer forma me senti, de novo, no prejuízo, não sou contra a preservação do meio ambiente mas essa não dá pra engolir...

quarta-feira, 20 de maio de 2009

VALORAÇÃO DE DANO AMBIENTAL DA QUEIMADA DE CANAVIAL



por Dr. Georges Kaskantzis.
O meio ambiente transforma-se naturalmente com o tempo. As atividades culturais, econômicas e sociais do homem influenciam a evolução do meio ambiente e originam impactos benéficos e prejudiciais sobre o mesmo. Os impactos negativos são danos ambientais insignificantes ou significativos alteram os recursos naturais.
O dano ambiental acontece quando determinada ação, omissão ou atividade humana produz uma alteração desfavorável no sistema ambiental. O dano ambiental pode ser analisado por quatros aspectos: manifestação; efeitos; causas e agentes implicados. Esses aspectos são utilizados como referência para avaliar as implicações ecológicas e econômicas do dano ambiental.
As alterações que o dano ambiental causa no ambiente afetam o meio físico e o social. O dano social causa a perda de benefícios fornecidos pelos recursos naturais. O capital natural fornece à sociedade uma série de serviços ambientais, fluxos de matérias e de energia que garantem e melhoram o bem estar da população.
A valoração econômica do dano ambiental deve considerar dois componentes: o dano biofísico e o dano social. O dano biofísico diz respeito às alterações originadas no meio que provocam a deterioração das características dos recursos naturais. O dano social está relacionado aos prejuízos causados à sociedade pela perda ou redução dos bens e serviços ambientais fornecidos pelo capital natural.
Para determinar o dano biofísico é necessário avaliar o tipo da alteração provocada e sua relação com o meio afetado, considerando as suas características e composição no local e na região de influência do impacto. Assim, é necessário caracterizar o recurso afetado e avaliar o nível do seu estado de conservação antes e depois do dano.
A recuperação do estado inicial de conservação do recurso afetado pelo dano implica na execução de uma série de atividades que demandam tempo, materiais e mão de obra. Os custos financeiros desses insumos devem ser cobertos pelo causador da lesão e dependem da magnitude do impacto, do tempo de recuperação do recurso afetado e do nível de restauração desejado.
Para estimar os custos do dano social é necessário conhecer os benefícios que derivam do recurso afetado, antes e depois do dano, para então fazer a valoração econômica. Portanto, é necessário identificar os custos das atividades de recuperação necessárias para conduzir o sistema ambiental ao seu estado inicial de conservação.
As implicações sociais do dano estão relacionadas às perdas de benefícios que derivam dos recursos afetados e custos adicionais que incorrem sobre a população devido aos efeitos adversos decorrentes pela alteração do ambiente, tais como: tratamentos de saúde; perda de renda; de salário e de visitação.
Concluí-se que o dano ambiental provoca alterações desfavoráveis no meio ambiente, e para quantificá-lo é necessário conhecer as características do meio e fazer a contabilidade do capital natural, assim como, dos benefícios que fornece à sociedade. http://geo-kas.blogspot.com

Georges Kaskantzis Neto é professor associado da Universidade Federal do Paraná é atua na área de avaliação e
valoração de danos ambientais, perícia ambiental, análise de riscos, investigação de acidentes ambientais, indústria
do petróleo. Realiza estudos técnico, científicos e consultoria para empresas privadas e instituições públicas do país
e do exterior. kaska@ufpr.br

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